Banco de conhecimento acessível via IA na linguagem de quem demanda.
Empresas de engenharia geram terabytes de dados e documentos, mas raramente conseguem transformar isso em conhecimento útil. A informação fica dispersa em e-mails, pastas de rede e cabeças de funcionários antigos. Quando alguém sai, o conhecimento vai junto. O desafio era criar um repositório que não fosse um cemitério de arquivos, mas uma fonte viva de consulta.
Criamos um Repositório de Conhecimento provido de governança e atualização constante. Mas o grande diferencial foi a interface de acesso: uma Inteligência Artificial que lê e interpreta esse banco de dados. O colaborador não precisa saber em qual pasta está o arquivo; ele apenas pergunta ao sistema: 'Qual foi a solução de fundação usada na obra X?' ou 'Como resolver patologia Y em concreto?'.
O resultado foi a democratização do conhecimento técnico da empresa. A IA entrega a resposta pronta, contextualizada e na linguagem de quem perguntou, com links para os documentos originais. O tempo de busca por informação técnica caiu de horas para segundos.
O repositório tornou-se 'vivo' porque é retroalimentado pelas próprias perguntas e novas soluções geradas no dia a dia. Ele aprende com a empresa. O conhecimento tácito virou explícito e acessível, reduzindo a dependência de especialistas específicos para dúvidas rotineiras.
A tecnologia transformou um arquivo morto em um consultor técnico virtual disponível 24 horas por dia. Isso é gestão do conhecimento na era da inteligência artificial: fluida, imediata e estratégica.
