Mecânica de ábacos para ajuste de produtividades conforme contexto real.
A produtividade em obras de infraestrutura nunca é linear. Fatores como tipo de solo, interferências climáticas, geometria da via e restrições ambientais alteram drasticamente o rendimento das equipes. Orçamentos estáticos, que assumem uma produtividade média constante, são a receita para o desequilíbrio econômico-financeiro.
Criamos uma mecânica de Ábacos Executivos que permite ajustar as composições de custo conforme o contexto real de cada frente de serviço. Ao invés de um valor único por metro cúbico, temos faixas de produtividade parametrizadas por variáveis de campo. Se a escavação é em rocha ou em solo, se é em área urbana ou rural, o ábaco ajusta a remuneração automaticamente.
O impacto dessa abordagem foi zerar os pleitos contratuais por improdutividade. Como o contrato já previa a variação de contexto, não houve espaço para disputas. O contratado foi remunerado justamente pela dificuldade real encontrada, e o contratante pagou o preço justo, sem surpresas ou aditivos emergenciais.
Essa metodologia traz transparência total para a relação. O ábaco funciona como um espelho da realidade: se a condição de campo muda, a remuneração muda na mesma proporção, seguindo uma regra matemática pré-acordada. Isso elimina a subjetividade e a necessidade de negociações exaustivas a cada imprevisto.
Os Ábacos Executivos representam a evolução do orçamento de obras. Eles transformam números frios em modelos dinâmicos que respeitam a complexidade da engenharia de campo, garantindo a saúde financeira do contrato do início ao fim.
