Sistematização de questionamento frequentes em editais com mapeamento de recorrência de erros.
Editais de obras públicas frequentemente contêm ambiguidades, erros de projeto ou especificações desatualizadas que, se não questionados a tempo, tornam-se riscos contratuais graves. A automação de questionamentos surge como uma ferramenta defensiva e estratégica, sistematizando o conhecimento acumulado sobre os erros mais recorrentes em orçamentos públicos.
Desenvolvemos uma base de conhecimento que mapeia padrões de inconsistência em editais. Quando um novo edital é lançado, o sistema verifica automaticamente a presença desses padrões e sugere questionamentos técnicos fundamentados. Isso garante que nenhum ponto crítico passe despercebido e que a empresa se posicione formalmente antes mesmo da apresentação da proposta.
Essa abordagem proativa resultou em um aumento de 17% no valor médio dos editais questionados. Ao apontar inconsistências que subestimavam os custos reais da obra, conseguimos correções que elevaram o teto orçamentário, tornando o contrato financeiramente viável e seguro para a execução.
Além do ganho financeiro, essa prática antecipa resultados contratuais. Muitas disputas que ocorreriam durante a obra, gerando pleitos e paralisações, são resolvidas na fase de licitação. O questionamento técnico bem embasado demonstra competência e seriedade, posicionando a empresa como um parceiro técnico qualificado perante o órgão contratante.
A tecnologia aqui não substitui o engenheiro, mas o empodera. Ao invés de gastar horas redigindo perguntas repetitivas, o profissional foca na análise das respostas e na estratégia de preço. É a engenharia de custos atuando de forma preventiva, blindando o contrato contra prejuízos futuros.
